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5 de setembro de 2026, atualizado a 28 de setembro de 2026

Quanto custa um site para um showroom

Três orçamentos para o mesmo site podem diferir por um fator de dez. A diferença está em oito pontos concretos, e quase nenhum aparece na primeira página da proposta. Este artigo explica cada um e dá-lhe uma forma de comparar propostas com as mesmas perguntas.

Porque é que as propostas variam tanto

Quem pede três orçamentos para um site de showroom recebe três valores muito diferentes. Não é por uns serem desonestos e outros não. É porque a palavra site cobre coisas que não têm nada a ver umas com as outras.

A palavra site cobre três produtos diferentes

Numa ponta está um modelo comprado, preenchido em duas semanas com as fotografias que havia no telemóvel. No meio está um site desenhado de raiz, mas com os textos e as imagens entregues pelo cliente. Na outra ponta está um projeto com fotografia própria e textos escritos por quem percebe do setor. Esse projeto liga o formulário ao sistema de gestão de clientes.

Os três chamam-se site. Os três têm uma página inicial, uma página de contacto e um formulário. Só que fazem trabalhos diferentes, e é por isso que custam coisas diferentes.

O que a primeira página da proposta não mostra

A primeira página de uma proposta costuma ter o número final e uma lista de páginas. Não diz quem escreve os textos. Não diz de onde vêm as fotografias. Não diz o que acontece ao pedido de orçamento depois de o cliente carregar no botão.

É nessas ausências que está a diferença de preço. Um fornecedor que assume que os textos vêm de si apresenta um valor mais baixo. Não está a enganar ninguém. Está a fazer menos trabalho, e o trabalho que falta passa para o seu lado.

Como usar este artigo

Cada uma das secções seguintes é um dos pontos que fazem o preço mexer. No fim há uma lista de perguntas para fazer por escrito a cada fornecedor. Com as respostas lado a lado, as três propostas passam a ser comparáveis. É esse o objetivo, e não adivinhar qual é a mais barata.

Um: quem escreve os textos

Os textos são a parte do site que mais vezes fica por definir na proposta. E são a parte que decide se o site vende ou apenas existe.

O que muda quando os textos vêm do cliente

Quando a proposta assume que os textos são fornecidos pelo cliente, o valor desce. O projeto arranca, o desenho fica pronto, e depois pára. Pára porque quem gere um showroom não tem tempo para escrever vinte páginas. Passam meses com o site em rascunho e o fornecedor à espera.

Quando os textos finalmente chegam, são muitas vezes uma descrição da empresa escrita para dentro. Falam da história, da equipa e dos valores. Não falam do que a pessoa que pesquisa quer saber.

O que um texto para showroom tem de fazer

Um texto de site tem de responder ao que a pessoa foi lá procurar. Se alguém procura cozinhas por medida na sua zona, quer saber que estilos faz e que materiais usa. Quer saber quanto tempo demora e como é o processo. Quer ver obras. Quer perceber se aquele showroom é para ela ou não.

Escrever isto bem exige conhecer o setor. Quem escreve para uma empresa de caixilharia tem de saber o que é um corte térmico e porque importa. Quem escreve para uma loja de cerâmica tem de saber a diferença entre um porcelânico e um grés. Sem isso, o texto fica genérico e a pessoa vai embora.

Uma página por assunto e não uma página para tudo

Um site que fala de tudo numa página só não aparece para nada em concreto. O Google, e cada vez mais os assistentes de inteligência artificial, procuram a página que melhor responde a uma pergunta. Uma página que fala de cozinhas, de roupeiros e de casas de banho ao mesmo tempo responde mal às três.

Isto quer dizer mais páginas, mais textos e mais trabalho. É uma das razões pelas quais um site que aparece custa mais do que um site que só existe.

Dois: de onde vêm as fotografias

Expositor de amostras de folheado de madeira em vários tons
Um material bem fotografado parece o que é. Um material mal fotografado parece mais barato do que é.

Nesta área, a imagem é a primeira prova de qualidade. Antes de ler uma linha, a pessoa já decidiu se o showroom lhe parece de gama alta ou não. Decidiu pelas fotografias.

Fotografia de obra própria contra banco de imagens

Uma proposta barata usa fotografias de banco de imagens. São bonitas. São de cozinhas e casas de banho que não são as suas. Aparecem em mais dez sites de concorrentes. Quem visita não percebe ao certo porquê, mas sente que aquele site é igual aos outros.

Fotografia de obras próprias é a diferença entre um site que convence e um site que parece o do concorrente. Uma família quer ver-se dentro de uma cozinha que aquele showroom montou, numa casa real. Escrevemos sobre isto em como as lojas de cozinhas perdem orçamentos.

O que um dia de fotografia resolve

Um dia de fotografia profissional nas obras acabadas rende material para o site inteiro e para meses de redes sociais. Entra no orçamento do site ou entra na sua lista de tarefas. Nos dois casos tem de ser feito, e é melhor saber desde o início de que lado fica.

Uma cozinha cara fotografada com o telemóvel em contraluz parece uma cozinha barata. Não há desenho de site que corrija isso depois.

O antes e o depois

Nas categorias de casa, a transformação é o conteúdo com mais efeito. Quase todas as empresas se lembram de fotografar o depois quando já é tarde para fotografar o antes. Se ainda não o faz, comece hoje. É o material mais fácil de conseguir e o que mais falta nos sites de showrooms.

Três: quantas páginas de conteúdo verdadeiro

O número de páginas na proposta engana. Cinco páginas institucionais e cinco páginas de portefólio organizado custam coisas muito diferentes e trazem resultados muito diferentes.

Cinco páginas institucionais

Início, sobre nós, serviços, portefólio e contacto. É a estrutura de quase todos os sites baratos. Custa pouco porque é rápida de fazer. Traz pouco porque nenhuma dessas páginas responde a uma pesquisa concreta de um cliente.

Um portefólio organizado por categoria

Um portefólio com obras organizadas por categoria é outro trabalho. Cada obra com as suas fotografias, os materiais usados, a zona e o que foi feito. Quem procura uma casa de banho em pedra encontra casas de banho em pedra. Não encontra uma galeria com tudo misturado.

Isto exige recolher a informação de cada obra e escrever uma ficha para cada uma. Exige fotografar as que ainda não estão fotografadas. Vale o trabalho. É a secção do site que mais convence e a que mais tempo leva a fazer.

Páginas que respondem ao que as pessoas pesquisam

Além do portefólio, um site que aparece tem páginas que respondem a perguntas. O que faz variar o preço de uma cozinha. Quanto tempo demora a montar uma caixilharia. Como se escolhe entre dois materiais. Este artigo é uma dessas páginas, e é por isso que existe.

Um site com estas páginas é encontrado por quem ainda está a decidir. É a fase mais barata de captar e a que traz clientes que chegam já a querer aquele showroom. Explicamos a ordem certa em por onde começar a divulgar um showroom.

Quatro: se está feito para ser encontrado

Há uma parte do site que não se vê e que faz parte do preço. É a que decide se o site aparece quando alguém pesquisa ou se fica a ser um folheto online.

Velocidade, e como a medir

Um site que demora sete segundos a abrir no telemóvel perde a maioria das visitas. Perde-as antes de mostrar o que quer que seja. A velocidade mede-se, e mede-se de graça. O PageSpeed Insights do Google dá uma nota a qualquer página e diz o que a atrasa.

Antes de assinar, peça ao fornecedor um site que ele tenha feito e meça. Se o site dele é lento, o seu vai ser lento. Os critérios que o Google usa estão explicados nos Core Web Vitals, e não são um segredo.

Estrutura e dados organizados

Um site feito para ser encontrado tem títulos com hierarquia e texto que está mesmo no código, não dentro de imagens. Tem dados organizados que dizem aos motores de busca o que é cada página. Diz que é um showroom, onde fica, que horário tem e que produtos vende.

Nada disto se vê. Tudo isto faz parte do trabalho e do preço. Uma proposta que não fala de otimização para pesquisa está a assumir que não a faz.

O que um site de modelo esconde

Um modelo comprado traz muitas vezes código a mais, extensões que ninguém usa e páginas de exemplo que ficam publicadas. Cada uma destas coisas atrasa o site e confunde quem o indexa. Corrigir isto depois custa mais do que fazer bem desde o início.

Depois de o site estar publicado, há uma ferramenta que mostra se o Google o está a ler. É a Search Console. Peça ao fornecedor que a configure em nome da sua empresa e lhe dê acesso.

Cinco: o que acontece ao pedido de orçamento

Vitrine iluminada de marcenaria com copos de cristal e loiça em prateleiras
O site é a montra que está aberta às três da manhã. O que interessa é o que acontece quando alguém bate à porta.

O site existe para uma coisa: fazer com que alguém peça orçamento ou marque visita. O que acontece a esse pedido é a parte da proposta que menos vezes se discute.

Um formulário que envia um email

É o mínimo. O pedido chega a uma caixa de correio, mistura-se com o resto e alguém responde quando vê. Se a pessoa que recebe os emails está de férias, o pedido fica lá. Ninguém sabe quantos pedidos entraram no mês nem de onde vieram.

Um pedido que entra no sistema de gestão de clientes

Um pedido que entra diretamente no sistema de gestão de clientes é outra coisa. Fica registado com a data, a origem e o que a pessoa escreveu. Alguém fica responsável por ele. Ao fim do mês sabe-se quantos entraram, quantos foram respondidos e quantos fecharam.

Isto exige ligar o site a esse sistema, e essa ligação tem de estar na proposta. Se não está, o formulário envia um email e acabou.

O tempo de resposta

Um pedido respondido no próprio dia e o mesmo pedido respondido na semana seguinte não valem o mesmo. Nenhum site resolve isto sozinho. O site entrega o pedido. Quem responde, e em quanto tempo, é uma decisão da sua equipa que vale mais do que qualquer funcionalidade.

Antes de investir em trazer mais contactos, meça quanto tempo demora a responder aos que já entram. É a conta que fazemos com cada cliente do Programa de Leads, e é a que mais surpreende.

Seis: quem trata do site depois

Um site não é uma coisa que se faz e fica feita. Há um custo mensal que existe sempre, quer apareça na proposta quer não.

Alojamento, segurança e atualizações

O site vive num servidor que se paga. O certificado de segurança renova-se. O sistema que o faz funcionar recebe atualizações, e cada atualização pode partir alguma coisa. Alguém tem de ver se o site continua a abrir e se o formulário continua a enviar. E se nada foi comprometido.

Um site sem ninguém a tratar dele fica lento, deixa de aparecer e um dia deixa de abrir. Acontece com mais frequência do que se pensa, e costuma acontecer numa sexta-feira à tarde.

Formação da equipa ou valor mensal

Há duas formas de resolver isto. Ou o site fica com a sua equipa, com formação para publicar obras e alterar textos. Alguém dentro da empresa assume a tarefa. Ou fica com quem o fez, com um valor mensal combinado e um número de horas incluídas para pequenas alterações.

Nenhuma das duas é errada. O erro é não decidir. Seis meses depois descobre-se que ninguém publicou nada e que o site mostra obras de há dois anos.

Publicar obras novas

Um portefólio parado é um portefólio a envelhecer. A cada obra acabada, alguém fotografa, escreve a ficha e publica. Se isso ficar do lado de quem fez o site, está no valor mensal. Se ficar do seu lado, tem de haver alguém com esse hábito. Em qualquer dos casos, pergunte antes de assinar.

Sete: quem fica dono de quê

É a pergunta que mais gente se esquece de fazer. É também a que mais dor de cabeça dá dois anos depois.

O domínio

O domínio é o nome do site. Deve estar registado em nome da sua empresa, com o seu email de contacto, e não em nome do fornecedor. Um domínio em nome de outra pessoa pode ser perdido numa renovação falhada ou numa relação que acaba mal. Os domínios em .pt gerem-se através da DNS.PT, e pode confirmar lá quem consta como titular.

O alojamento e os acessos

Há propostas baratas em que o site fica alojado numa conta do fornecedor, com o custo diluído na mensalidade. Parece cómodo. Quando quiser mudar de fornecedor, descobre que não consegue sair sem começar do zero. O alojamento deve estar numa conta da sua empresa, e o fornecedor trabalha com acessos delegados.

Os ficheiros e os conteúdos

Os textos, as fotografias e o código do site são seus. Deve receber uma cópia de tudo no fim do projeto, e uma cópia atualizada sempre que pedir. Se a proposta não diz isto, pergunte. Se a resposta for vaga, é sinal.

Oito: a marca que o site vai mostrar

O erro mais caro num site de showroom não é escolher a proposta mais cara. É fazer um site bonito sobre uma marca que ainda não está definida.

O que a marca decide antes do site

O logótipo, as cores, os tipos de letra e a forma de falar. Se nada disto estiver resolvido, o desenhador do site inventa no momento. O resultado é um site que parece bem. Só que não tem nada a ver com a fachada do showroom, com os cartões ou com as propostas em papel.

Pior do que isso: o site novo mostra melhor uma coisa que continua a ser comparada pelo preço. Se a marca não diz porque é que aquele showroom vale mais, o site também não diz.

Sinais de que a marca não está pronta

O logótipo existe em três versões diferentes e ninguém sabe qual é a certa. As cores mudam de suporte para suporte. A empresa apresenta-se de uma forma nas redes e de outra na loja. Se reconhece dois destes sinais, o dinheiro rende mais noutra ordem. Primeiro para a identidade, só depois para o site.

A ordem certa

Primeiro a marca, depois o site, depois as redes e só no fim os anúncios. É a ordem que faz cada investimento aproveitar o anterior. Fazer ao contrário é a forma mais comum de gastar o mesmo dinheiro duas vezes. Falamos disto com mais detalhe em quanto investir em anúncios para um showroom.

Quanto tempo demora

O prazo diz muito sobre o que está incluído. Vale a pena ler o prazo da proposta com a mesma atenção com que lê o valor.

Seis a oito semanas

Um site de showroom com portefólio, catálogo por categoria e textos escritos de raiz leva entre seis e oito semanas. Contam-se depois de a identidade estar fechada e de o material estar entregue. É o tempo que leva a escrever, a fotografar, a desenhar, a construir e a rever.

O que os prazos fora disto querem dizer

Prazos muito abaixo disto costumam significar um modelo preenchido. Não há tempo para escrever vinte páginas e fotografar dez obras em duas semanas. Prazos muito acima costumam significar que os textos e as fotografias ficaram do lado do cliente. O fornecedor sabe que vão demorar.

O que o cliente tem de ter pronto

A lista das obras a mostrar, com a informação de cada uma. As fotografias que já existem. O acesso ao domínio e ao alojamento, se já existirem. Uma pessoa dentro da empresa que responde às perguntas e aprova as fases. Sem esta pessoa, o projeto pára à espera de respostas, e nenhum prazo se cumpre.

Como comparar três propostas sem se enganar

Mesa redonda de reunião num showroom, com amostras de tecidos e materiais na parede
Três propostas em cima da mesa só se comparam se responderem às mesmas perguntas.

Com os oito pontos acima, comparar propostas deixa de ser olhar para o número lá em baixo. Passa a ser uma lista de perguntas, feita por escrito, a cada fornecedor.

As perguntas a fazer por escrito

Peça a cada fornecedor que responda, por escrito e na proposta, a estas perguntas.

  1. Quem escreve os textos, e quem os revê?
  2. Quem fornece as fotografias? Se for o fornecedor, quantos dias de fotografia estão incluídos?
  3. Quantas páginas de conteúdo próprio, e quantas fichas de obra?
  4. O que fica incluído em otimização para pesquisa? Que velocidade garantem no telemóvel?
  5. Para onde vai o pedido de orçamento? Liga ao nosso sistema de gestão de clientes?
  6. Quem trata do site depois, e quanto custa por mês?
  7. Em nome de quem ficam o domínio, o alojamento e os acessos?
  8. Recebemos uma cópia de tudo no fim?

Uma tabela para pôr as respostas lado a lado

Com as respostas, faça uma tabela simples. Uma linha por pergunta, uma coluna por fornecedor. O que fica vazio é tão informativo como o que fica preenchido.

PerguntaProposta AProposta BProposta C
TextosClienteFornecedorFornecedor, com revisão
FotografiaBanco de imagensClienteUm dia incluído
Páginas própriasCincoDozeVinte, com fichas de obra
Pedido de orçamentoEmailEmailEntra no sistema de clientes
Domínio e alojamentoFornecedorClienteCliente
ManutençãoNão indicadaValor mensalValor mensal com horas incluídas

Exemplo de como preencher. Os conteúdos das colunas são ilustrativos e não descrevem propostas reais.

Quando as três propostas estão nesta tabela, a diferença de preço deixa de ser um mistério. Está a comparar trabalhos diferentes, e agora vê quais.

A folha que escreve antes de pedir orçamentos

Antes de pedir a primeira proposta, escreva numa folha quatro coisas. Quantas obras quer mostrar. Se tem fotografia dessas obras. Quem responde aos pedidos que entrarem. Em quanto tempo.

Com essa folha, as propostas que receber respondem ao mesmo pedido. A conversa deixa de ser sobre o número lá em baixo. Passa a ser sobre o que quer que o site faça. É a conversa que vale a pena ter, e é a que temos em vinte minutos com quem nos procura.

Perguntas frequentes

Um site de modelo serve para um showroom?

Serve para ter presença e pouco mais. Um modelo preenchido raramente tem páginas por produto, fotografia própria ou textos escritos para quem pesquisa. Convence pouco e aparece pouco. Para um showroom de gama alta, o site é a primeira prova de qualidade e um modelo mostra o contrário.

Quanto tempo demora a fazer um site de showroom?

Um site com portefólio, catálogo por categoria e textos escritos de raiz leva entre seis e oito semanas, contadas depois de a identidade estar fechada. Prazos muito abaixo disto costumam significar modelo preenchido. Prazos muito acima costumam significar que os textos e as fotografias ficaram do lado do cliente.

O que devo ter pronto antes de pedir orçamentos?

Uma folha com quatro respostas: quantas obras quer mostrar, se tem fotografia dessas obras, quem responde aos pedidos que entrarem e em quanto tempo. Com essa folha, as propostas passam a ser comparáveis.

Quem deve ficar dono do domínio e do alojamento?

A sua empresa, desde o primeiro dia. O domínio, o alojamento e os acessos ficam em nome da empresa, e quem faz o site trabalha com acessos delegados. Se um dia mudar de fornecedor, o site vai consigo.

Vale a pena fazer o site antes de resolver a marca?

Quase nunca. Um site bonito sobre um logótipo, cores e forma de falar por definir mostra melhor uma coisa que continua a ser comparada pelo preço. O dinheiro rende mais se for primeiro para a marca e só depois para o site.

O que é a manutenção de um site e é mesmo necessária?

É o alojamento, a segurança, as atualizações e a publicação de obras novas. Um site sem ninguém a tratar dele fica lento, deixa de aparecer e um dia deixa de abrir. Ou fica com a sua equipa, com formação, ou fica com quem o fez, com um valor mensal combinado.

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